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Como anda o óleo do seu carro?

O óleo é o lubrificante que ajuda o veículo ter um melhor desempenho, quando não é trocado no prazo devido, ele oxida e começa engrossar causando desgastes internos. Andar 15 mil quilômetros ou mais de seis meses sem a troca de óleo pode ocasionar inúmeros problemas, por exemplo, fundir o motor, fazendo com que o veículo pare inesperadamente onde quer que esteja. O óleo do carro é cercado de mitos e dúvidas. Por isso separamos 6 pontos sobre coisas que você precisa saber e são muito importantes.

1. Use o óleo correto

No manual do carro está especificado o tipo de óleo apropriado para uso. Seja exigente em relação ao tipo de óleo que será utilizado na troca, se mineral, sintético ou semissintético.

2. Prazos de trocas

O prazo de troca de óleo é sem dúvidas essencial. Fique atento a quilometragem e faça a troca do óleo e do filtro.

3. Sinais de óleo velho

O óleo vencido traz consequências como consumo excessivo de gasolina e trepidações no veículo. Por isso, siga os prazos de trocas de óleo, evitando problemas.

4. Não ultrapasse o nível do óleo

Para saber o nível ideal, insira a vareta o óleo deve estar entre o mínimo e o máximo da vareta. Se você ultrapassar e o nível ficar acima vai ocasionar a carbonização de peças do motor e também pode ter vazamentos. Por isso, sempre utilize na medida correta.

5. Saiba medir corretamente

Para medição correta é necessário o motor está frio, com pelo menos cinco minutos desligado. O automóvel precisa estar sempre em local plano.

6. Limpeza e proteção: Aditivos

As condições de lubrificação e criação de barreira para proteger o motor é feito pelos aditivos que são substâncias adicionadas aos lubrificantes. Os lubrificantes possuem em sua formulação todos aditivos necessários para o seu completo funcionamento sem necessidade de misturar aditivos complementares.
Agora que você está por dentro dessas informações sobre como anda o óleo do seu carro, aproveite a oportunidade de planejar a compra por consórcio.

Fonte: (Amanda Oliveira – Jornal do Consórcio)


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Manutenção Geral de seu Veículo

Alinhamento e balanceamento

Para sua segurança, faça regularmente o balanceamento e o alinhamento das rodas e quando as mesmas sofrerem choque acentuado. O balanceamento é necessário também sempre que for efetuada a troca do pneu. Rodas desbalanceadas ou desalinhadas provocam instabilidade no veículo e um maior desgaste dos pneus. O alinhamento (ângulos caster e camber) deve seguir as especificações do fabricante, para que o mesmo tenha uma perfeita condução em linha reta.

Airbags

Jamais instalar uma cadeira para criança no banco dianteiro do passageiro quando o airbag deste banco estiver ativado, pois em caso de acidente seu acionamento poderá provocar graves ferimentos à criança.

Ar condicionado

A pressão do gás refrigerador do ar condicionado deve ser verificada a cada 20 mil quilômetros. Ligue o equipamento uma vez por semana para manter suas peças lubrificadas.

Arrefecimento

Verifique toda semana, com o motor frio, o nível do líquido no reservatório ligado ao radiador. Para completar o nível, use 2/3 de água filtrada e 1/3 de aditivo. A cada dois anos, deve-se substituir todo o líquido de refrigeração e limpar o sistema na concessionária.

Bateria

Ao instalar equipamentos que necessitem de muita energia, como rádio mais potente ou ar condicionado, redimensione o sistema elétrico de maneira que ele suporte o aumento de energia. O tempo de vida útil, em média, é de dois anos.

Câmbio

O nível de óleo do câmbio precisa ser verificado aos 10 mil quilômetros.

Escapamento

O escapamento deve ser verificado a cada 20 mil quilômetros. Os fixadores e as abraçadeiras devem ser revisados periodicamente. Lave a parte de baixo do carro somente com água e sabão neutro, para não ressecar as borrachas.

Freios

O primeiro ponto a observar é o nível do fluido de freio. Ele deve ser verificado todas as semanas e, se necessário, deverá ser completado com fluido da mesma marca. Recomenda-se a sua substituição a cada dois anos. Se quando você pisa no pedal do freio e ele faz barulho, isso pode significar pastilhas gastas e os discos estarão sendo arranhados. Verifique o estado das pastilhas a cada 10 mil quilômetros. As lonas devem ser trocadas entre 25 mil e 40 mil quilômetros. Nesse tempo, os tambores também devem ser checados. Não pise no freio de forma brusca, procure pisar progressivamente e com antecedência. Utilize os freios com uma marcha engatada, para evitar desgaste das pastilhas e discos.

Injeção eletrônica

A cada 30 mil quilômetros devem-se limpar os bicos da injeção eletrônica porque a sujeira presente no combustível pode entupir o sistema, aumentando o consumo e piorando o desempenho do motor.

Lubrificação

O nível de óleo deve ser verificado uma vez por semana com o carro frio. Ele precisa estar entre o mínimo e o máximo da vareta do medidor. Quando completar o nível, é importante usar o mesmo tipo e marca de óleo que estiver sendo usado no seu carro. A troca completa do óleo sintético deve se realizar a cada 10 mil quilômetros. Sempre que fizer essa troca, o filtro de óleo também deve ser substituído. A cada troca de óleo, limpe o filtro de ar, que deve ser substituído aos 20 mil quilômetros.

Macaco

É específico para o seu veículo e não deverá ser utilizado para outras finalidades.

Motor

O filtro de combustível precisa ser trocado aos 20 mil quilômetros. Veja também as correias dentadas, do alternador, da bomba d’água, da direção hidráulica e do ar-condicionado a cada 20 mil quilômetros. Elas devem ser substituídas aos 70 mil quilômetros. Verifique as mangueiras do combustível sempre que possível e troque-as quando estiverem ressecadas, trincadas ou folgadas.

Pneus

O tipo dos pneus que equipam o seu veículo deve obedecer à indicação que vem no manual do proprietário. A cada duas semanas ou antes de viajar, os pneus precisam ser calibrados ainda frios. Complete com a pressão correta indicada para os pneus, indicada no manual do carro e nas tabelas específicas. Verifique também o estepe. O uso da tampinha na válvula de ar de cada pneu é fundamental para evitar que o bico receba impurezas. O momento ideal para a troca dos pneus é quando a marca de desgaste, um triângulo ou as letras TWI impressas na lateral deles, são atingidas.

Pneus e rodas

Deve-se fazer o rodízio a cada 10 mil quilômetros, além do alinhamento de rodas e direção. Para os pneus radiais, o rodízio deve ser em linha reta. Os traseiros trocam de posição com os dianteiros, ou seja, o da esquerda com o mesmo lado e o da direita com o seu equivalente. Para os pneus diagonais ou normais, o rodízio é em forma de X, ou seja, os traseiros trocam de lado com os dianteiros, que passam em linha reta para os traseiros, sem alternar os lados. As rodas devem ser balanceadas após o rodízio, ou sempre que você substituir pneus. Todas as reparações ou trocas de pneus numa roda equipada com sensor devem ser realizadas na concessionária. O sistema poderá ser temporariamente perturbado por emissões de rádio de frequências vizinhas. Os parafusos são específicos para cada tipo de roda. Em caso de mudança das rodas, garantir junto a uma concessionária participante a compatibilidade dos parafusos com a nova roda.

Sistema elétrico

Fique atento na altura dos faróis alto e baixo. Mantenha-os sempre regulados. Confira se todas as luzes acendem, pois a falta de uma delas pode diminuir a sua segurança e resultar em multa. No caso de um fusível queimado, substitua-o por outro de mesma amperagem.

Suspensão

Faça uma revisão completa dos eixos, molas, rolamentos, pivôs, terminais, juntas homocinéticas, coxins, bandejas, batentes e buchas a cada 10 mil quilômetros.

Velas

Substitua as velas a cada 50 mil quilômetros. Ao fazer essa substituição, verifique também os cabos de velas. Problemas de perda de potência geralmente são ocasionados pelas velas, que devem estar sempre reguladas.